Assembleia contrata advogados por R$ 650 mil para tentar garantir Léo Barbosa como presidente no biênio 2025/2026

A Assembleia Legislativa resolveu pagar R$ 650 mil para um escritório de advocacia de Brasília tentar reverter a liminar que suspendeu a eleição da mesa diretora para o biênio 2025/2026. Os advogados contratados deverão atuar na Ação Direta de Inconstitucionalidade da chamada “PEC da Eternidade”, no Supremo Tribunal Federal (STF).

Caso o escritório consiga reverter a decisão do STF, deverá receber mais R$ 2,1 milhões. Por telefone, o presidente da AL disse que a procuradoria não teria condições de fazer a defesa. A ALTO afirmou, em nota, que “é dever da Casa a contratação em defesa de legislação aprovada pelos deputados e sancionada pelo governador do Estado”. (Veja as respostas abaixo)

A emenda 48/2022 foi aprovada em dezembro do ano passado, mudando o formato de votação da mesa diretora da Assembleia Legislativa. Na prática, os parlamentares puderam eleger a mesa diretora para os dois biênios subsequentes no mesmo dia.

As votações aconteceram em fevereiro deste ano e os dois deputados eleitos para presidência são do partido do governador Wanderlei Barbosa.

O deputado Amélio Cayres (Republicanos) foi escolhido para comandar a casa em 2023 e 2024, no primeiro biênio. O filho do governador, deputado Léo Barbosa (Republicanos) foi eleito para presidir a AL no segundo biênio, entre 1º de fevereiro de 2025 e 31 de janeiro de 2027.

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